01/02/2018

Casa de jogo recebe 2 mil visitantes no primeiro dia com apostas em dinheiro

O “Cassino” Winfil em Porto Alegre começou a receber a modalidade de aposta após decisão do judiciário gaúcho.

Após decisão da justiça gaúcha, que vetou apreensões de máquinas de jogo, a casa de jogos de Porto Alegre Winfil abandonou o “modo demonstração” e começou a receber apostas em dinheiro no último sábado. Segundo a administração do estabelecimento, cerca de 2 mil pessoas estiveram no local no primeiro dia.

A reportagem do site GaúchaZH esteve no local na noite de sábado e acompanhou um dos apostadores no local durante uma hora. Na chegada ao “cassino” - como denominou um dos porteiros para indicar a entrada do estabelecimento, localizado na Avenida Cavalhada em Porto Alegre - o apostador preencheu um cupom informando seu nome, e-mail e telefone para concorrer a R$ 500, sorteados a cada 30 minutos até às 2h do domingo.

Eram 23h e haviam cerca de 150 pessoas desfrutando de um ambiente de luxo. O restaurante servia salgadinhos (de graça) e bebidas. Segundo os administradores, o menu completo deve ser disponibilizado durante esta semana. A maioria das máquinas do estabelecimento aceitam apostas a partir de R$ 10, outras a partir de R$ 5. O apostador convidado pela GaúchaZH arriscou sua cédula de 10 reais em algumas partidas de video-bingo e saiu vitorioso com um prêmio de R$ 25. Após apertar um botão na máquina equivalente a “sacar”,  uma mensagem informou que o apostador deveria chamar uma atendente para receber o prêmio, o que aconteceu após 5 minutos.

Conflito entre decisões judiciais

Segundo o site BNL, duas decisões judiciais distintas da justiça gaúcha geraram uma confusão na última segunda-feira (30) durante operação do Ministério Público e Polícia Civil que recolheu os valores encontrados nas máquinas de jogo do Winfil.  

De um lado os empresários da FNR Entretenimento e Casa de Eventos — razão social da Winfil — e o advogado Laerte Luis Gschwenter defendiam a decisão da juíza Viviane de Faria Miranda, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, que que vetava apreensões ou confisco pelos órgãos coatores e, do outro lado o Ministério Público e a Polícia Civil, amparados pela decisão da juíza Marcia Kern, do Juizado Especial Criminal do Foro Regional da Tristeza, permitiu aos órgãos coatores apreender objetos diretamente relacionados à exploração de jogos de azar e demais bens de origem ilícita.

Como será o final dessa história? Só o tempo dirá.

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